Ízo

Prejuízo. E se mal me faz é por que então o bem me falta. Do vermelho que seduz mais que o verde. O proibido que dá vontade de avançar quebrando regras, reservas, porteiras e beiras.

Adrenalina ferve o sangue. E olha lá de novo o vermelho que esquenta, fomenta, alimenta. Impulsiona o azul do vento e lá eu vejo na pracinha o roxo dos Ipês. Que volta a se misturar com o verde que apazigua, tranqüiliza.

Deitada no banquinho, fico branca, fico nuvem. Nuvem de pensamento que me leva e enleva.

Me transporta ao irreal. Até que o tombo do juízo me desperta para tal. Tal qual é a vida. Tal quem sou. Sem prejuízo. E cheia de juízo.


Lice e Lu

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